Já reabriram as atividades de Enoturismo da Quinta de Chocapalha

As atividades de Enoturismo da Quinta de Chocapalha, situada em Alenquer, já reabriram com a certificação ‘Clean and Safe’ do Turismo de Portugal, após o recente período de encerramento

A Quinta de Chocapalha encontra-se pronta para receber todos os que a queiram visitar com todas as medidas de segurança implementadas, a simpatia da família Tavares da Silva e o cuidado de sempre.

O Selo Clean&Safe é a garantia de que a Quinta de Chocapalha cumpre as recomendações da Direção-Geral da Saúde, para evitar a contaminação dos seus espaços com o SARS-CoV-2 (novo coronavírus).

A apenas 45 minutos de Lisboa, as atividades de Enoturismo da Quinta de Chocapalha incluem um pequeno passeio pelas vinhas, visita à Adega e sala de barricas, terminando com a prova de vinho, podendo ser personalizadas. Numa primeira fase, as provas de vinhos serão, sempre que possível, conduzidas ao ar livre.

A marcação da visita poderá ser feita via website www.quintadechocapalha.com, ou através do telefone 263769317. É necessário sempre efectuar uma marcação prévia.

Situada junto a Aldeia Galega da Merceana, no alto Concelho de Alenquer, com um charme muito próprio e localizada fora dos grandes centros turísticos e populacionais, ornamentada por árvores centenárias e de grande porte, o ponto de Enoturismo da Quinta é ideal para quem procura relaxar e conhecer mais sobre os vinhos da região de Lisboa. 

A Quinta de Chocapalha, situada na Aldeia Galega, em Alenquer, região demarcada de Lisboa é referida desde o séc. XVI pelas suas excelentes vinhas e vinhos. Pertenceu, desde os começos do séc. XIX, a Constantino O`Neil, que mais tarde a doou a Diogo Duff, ilustre fidalgo escocês muito estimado de El-Rei D. João VI que o condecorou com a comenda de «Torre e Espada». A propriedade permaneceu na posse da família Duff até à década de oitenta do século passado, altura em que foi adquirida por Alice e Paulo Tavares da Silva. O casal investiu na restruturação e replantação total dos 45 hectares de vinha e na adega e introduziu novas técnicas de cultivo com o intuito de dar continuidade às antigas tradições desta Quinta vinhateira, sempre em busca de uma melhoria das qualidades e prestígio dos seus vinhos. Só na vindima de 2000, momento em que as vinhas atingiram a sua maturidade e qualidade pretendida, decidiu-se proceder ao engarrafamento dos melhores vinhos aí produzidos. Nessa altura, Sandra Tavares da Silva, filha dos proprietários, desafiou os Pais a começarem a produzir vinho com as melhores uvas aqui produzidas. A direção técnica passa então a ser assegurada por Sandra Tavares da Silva. 

A assinatura de uma marca própria traz responsabilidades acrescidas, e porque a vinha e o vinho são os elementos centrais na Quinta da Chocapalha, é sobre eles que recaem todas atenções da família. A paisagem da Quinta de Chocapalha é caracterizada pelos seus altos e baixos, pequenos montes, vegetação abundante, com a Serra de Montejunto ao fundo. Aqui sente-se a paz do campo, goza-se a pureza dos ares, ouve-se o chilrear da passarada e sente-se o espírito da vinha e do vinho. Recentemente a Quinta de Chocapalha passou também a integrar ofertas enoturísticas, com marcação, poderá visitar as vinhas, a adega, fazer uma prova de vinhos e até almoçar.

Torre de Palma reabre com exigentes regras sanitárias

O Torre de Palma Wine Hotel, em Monforte, reabriu no dia 5 de Junho. Os seus proprietários, os farmacêuticos Paulo e Isabel Rebelo, da Bluepharma, foram dos primeiros no país a encerrar as suas instalações devido à COVID-19, e agora reabrem novamente adotando exigentes regras sanitárias que resultam da sua experiência profissional, assim como a presença de um médico de serviço.

Depois de um penoso período de confinamento, em que o país esteve particamente parado, os portugueses preparam-se para as férias mais atípicas de sempre.  E, com o problema ainda por resolver, até a doença se dissipar ou se encontrar uma vacina, os hotéis portugueses ´desconfinam lentamente’ e  já se preparam para receber os seus hóspedes. O Torre de Palma não foge à regra e, desde que reabriu no dia 5 de Junho, adoptou regras sanitárias rígidas para receber os seus clientes em total segurança.

O hotel abriu com serviço médico disponível e regras de distanciamento social.  O restaurante Basilii funciona agora com a distância exigida entre as mesas, mas também há muitas zonas ao ar livre para esplanadas, e outras interiores, onde se fazem refeições privadas. O restaurante também oferece a hipótese de servir refeições em mesas montadas à porta de cada quarto.

Quanto às actividades, vão passar todas a praticar-se ao ar livre, incluindo as provas de vinhos, que anteriormente era feitas na adega. Aos hóspedes, é dado o registo de todas as limpezas feitas nos quartos ou outras zonas do hotel, com informação técnica sobre as caraterísticas dos detergentes e desinfectantes de última geração utilizados, com propriedades especiais de combate ao vírus.

Outro dos procedimentos adoptados foi garantizar um intervalo mínimo de 24 horas na utilização dos quartos, entre o momento em que um cliente sai e entra o próximo. Por seguir à risca todas as orientações da Direcção Geral de Saúde e adotar outras quantas por livre iniciativa, o hotel tem o selo ‘Clean & Safe’ do Turismo de Portugal.

Em tempos de Covid-19, o Torre de Palma está a valorizar ainda mais os passeios pedestres, de bicicleta ou a cavalo nas vinhas, aulas de equitação, piqueniques no campo ou observação de estrelas no cimo da torre.

Inaugurado em Maio de 2014, o Torre de Palma Wine Hotel foi buscar inspiração aos romanos, mais especificamente à prestigiada família Basilii, que ali morou nas vizinhas ruínas da Torre de Palma e se dedicava à produção de vinho e criação de cavalos lusitanos. Mais tarde, por ali passaram muitos outros proprietários, entre os quais a Ordem de Avis, a coroa portuguesa e até uma cooperativa agrícola. Um rol de histórias que se cruzaram até o destino ter traçado para estas terras um triste estado de total abandono. Ao adquirirem a propriedade em 2006, os novos donos recuperaram edifícios e investiram na plantação de mais vinha, tornando-se num hotel de referência e num produtor de vinhos de alta qualidade.

Enoturismo com reserva obrigatória

Para visitar a Quinta do Bomfim, no Douro, é preciso reservar antes. Tudo em nome da saúde e segurança dos colaboradores e visitantes.

Uma das mais conhecidas propriedades do Douro, a Quinta do Bomfim, pertencente à família Symington, reabriu as suas portas. Mas, sem a solução ainda à vista para o fim da pandemia, o enoturismo tomou diversas medidas que cumprem os requisitos das linhas orientadoras da Direção Nacional de Saúde, de forma a garantir a saúde e a segurança dos seus visitantes. Assim, as visitas guiadas têm de ser previamente reservadas e é praticado o distanciamento social enquanto visitam a propriedade e os diversos espaços do edifício.

O passeio começa num pequeno museu que conta a história da propriedade, da família e dos vinhos. Uma coleção de fotografias do início do século XX do Douro, bem como documentos que registam a história da Quinta e da região. Os visitantes podem optar entre três passeios pelas vinhas que proporcionam excelentes vistas sobre as vinhas das montanhas plantadas em socalcos de pedra trabalhados à mão nos séculos XVIII e XIX.

A visita inclui a antiga cave construída em 1896. Esta adega é usada há mais de cem anos para armazenar os vinhos do Porto antes do seu transporte pelo rio em direção a Vila Nova de Gaia. No final da visita, os vinhos do Porto e Douro DOC, de produção familiar, podem ser degustados no terraço, com vista sobre o Rio Douro e as vinhas circundantes.

Os visitantes que se deslocam de carro têm estacionamento no local, enquanto que os que optam pelo comboio têm de fazer uma caminhada de cinco minutos até à Quinta. A marina fluvial do Pinhão fica a dez minutos a pé.

Para quem ainda não se arrisca a sair de casa, a Quinta do Bomfim manteve ainda a possibilidade de realizar provas guiadas on-line. Basta reservar a experiência através do site e o pack de vinhos é enviado para casa do cliente. A prova on-line inclui também um voucher de oferta de uma visita guiada com prova para duas pessoas, para usufruir quando o visitante se aventurar a visitar a quinta pessoalmente.

A Quinta do Bomfim é o local de origem dos mais famosos Vinhos do Porto do século XXI: o Porto Vintage 2007 da Dow’s, o único Porto Vintage deste século a receber 100 pontos da Wine Spectator, bem como o Vintage Port da Dow’s de 2011 que foi premiado com o N° 1 Wine in the World em 2014 pela mesma publicação.

Torre de Palma reabre com exigentes regras sanitárias

O Torre de Palma Wine Hotel, em Monforte, reabriu no dia 5 de Junho. Os seus proprietários, os farmacêuticos Paulo e Isabel Rebelo, da Bluepharma, foram dos primeiros no país a encerrar as suas instalações devido à COVID-19, e agora reabrem novamente adotando exigentes regras sanitárias que resultam da sua experiência profissional, assim como a presença de um médico de serviço.

Depois de um penoso período de confinamento, em que o país esteve particamente parado, os portugueses preparam-se para as férias mais atípicas de sempre.  E, com o problema ainda por resolver, até a doença se dissipar ou se encontrar uma vacina, os hotéis portugueses ´desconfinam lentamente’ e  já se preparam para receber os seus hóspedes. O Torre de Palma não foge à regra e, desde que reabriu no dia 5 de Junho, adoptou regras sanitárias rígidas para receber os seus clientes em total segurança.

O hotel abriu com serviço médico disponível e regras de distanciamento social.  O restaurante Basilii funciona agora com a distância exigida entre as mesas, mas também há muitas zonas ao ar livre para esplanadas, e outras interiores, onde se fazem refeições privadas. O restaurante também oferece a hipótese de servir refeições em mesas montadas à porta de cada quarto.

Quanto às actividades, vão passar todas a praticar-se ao ar livre, incluindo as provas de vinhos, que anteriormente era feitas na adega. Aos hóspedes, é dado o registo de todas as limpezas feitas nos quartos ou outras zonas do hotel, com informação técnica sobre as caraterísticas dos detergentes e desinfectantes de última geração utilizados, com propriedades especiais de combate ao vírus.

Outro dos procedimentos adoptados foi garantizar um intervalo mínimo de 24 horas na utilização dos quartos, entre o momento em que um cliente sai e entra o próximo. Por seguir à risca todas as orientações da Direcção Geral de Saúde e adotar outras quantas por livre iniciativa, o hotel tem o selo ‘Clean & Safe’ do Turismo de Portugal.

Em tempos de Covid-19, o Torre de Palma está a valorizar ainda mais os passeios pedestres, de bicicleta ou a cavalo nas vinhas, aulas de equitação, piqueniques no campo ou observação de estrelas no cimo da torre.

Inaugurado em Maio de 2014, o Torre de Palma Wine Hotel foi buscar inspiração aos romanos, mais especificamente à prestigiada família Basilii, que ali morou nas vizinhas ruínas da Torre de Palma e se dedicava à produção de vinho e criação de cavalos lusitanos. Mais tarde, por ali passaram muitos outros proprietários, entre os quais a Ordem de Avis, a coroa portuguesa e até uma cooperativa agrícola. Um rol de histórias que se cruzaram até o destino ter traçado para estas terras um triste estado de total abandono. Ao adquirirem a propriedade em 2006, os novos donos recuperaram edifícios e investiram na plantação de mais vinha, tornando-se num hotel de referência e num produtor de vinhos de alta qualidade.