Soalheiro lança jogo no dia de Monção e Melgaço

A Quinta de Soalheiro celebrou no dia 7 de Junho o dia de Monção e Melgaço e lançou o jogo virtual ‘A Aventura da Uva Alvarinho’. Depois de, no ano passado, em plena pandemia e com as escolas fechadas, o produtor ter editado e distribuído mais de 3.000 livros ‘Alvarinho – A história de uma uva que queria ser território’ pelas casas dos alunos de Monção e Melgaço, a história ganha vida no espaço virtual em www.jogodauva.pt. O desafio, de acesso gratuito, convida os mais novos a ajudar a uva Alvarinho a seguir o seu percurso da vinha ao vinho, combatendo os ‘inimigos’ como o míldio ou as geadas. Este lançamento foi apresentado hoje aos alunos dos Agrupamentos de Escolas de Monção e Melgaço, que em conjunto com os professores, em cada um dos concelhos, pintaram um mural alusivo à casta Alvarinho e à tradição vitivinícola da sub-região.

Para Luís Cerdeira, enólogo do Soalheiro, a aproximação com a comunidade escolar tem uma missão clara. «A valorização e preservação da tradição vitivinícola de Monção e Melgaço, como base de sustentabilidade económica, social e ambiental da região. Numa cultura de produção de minifúndio, em que as vinhas são tratadas pelas famílias como jardins, a envolvência das novas gerações neste legado é a chave para fazer perdurar a identidade e o futuro. São estes os futuros protagonistas e defensores do território». 

A par do jogo, há também uma novidade para os amantes do vinho que visitem a Quinta de Soalheiro. O novo kit ‘À Descoberta do Território’ reúne todos os essenciais para uma aventura pelas paisagens inconfundíveis que compõem um retrato de que fazem parte o Rio Minho, o Parque Nacional Peneda-Gerês, as pequenas parcelas de vinha típicas do minifúndio e que originam a cultura familiar e única do Alvarinho. O kit inclui uma garrafa de Soalheiro Clássico com uma manga que a vai manter fresca, um saca-rolhas, dois copos, um queijo da Prados de Melgaço. O pack é acondicionado num saco Soalheiro, com uma particularidade: o bolso é feito com um tecido alternativo ao couro, produzido com resíduos da uva Alvarinho da vindima na quinta. Uma inovação desenvolvida em parceria com a Tintex Textiles, empresa minhota que é atualmente reconhecida em todo o mundo pelos processos de produção sustentável. Como complemento, inclui um voucher ‘Prova de Vinho Origem’ para desfrutar na varanda panorâmica do Soalheiro, com uma vista desafogada sobre as montanhas que circundam e fecham o vale. 

Recorde-se que a Quinta de Soalheiro tem portas abertas a todos os que quiserem conhecer mais sobre os seus métodos de viticultura biológica e enologia, disponibilizando vários programas de visita e provas, incluindo experiências gastronómicas e ainda opção de estadia na Casa das Infusões, unidade de alojamento local e ponto de partida para a descoberta do território.

Com quatro horários de visita por dia, o enoturismo do Soalheiro está aberto todos os dias, priorizando os grupos pequenos para garantir a qualidade da experiência.

Churchill’s celebra duas décadas de Quinta da Gricha com edição especial

A Churchill’s, produtora de vinhos ‘boutique’ do Porto e Douro, orgulha-se de anunciar o seu mais recente lançamento: o Churchill’s Quinta da Gricha Vintage Port 2019. Depois de no ano passado ter lançado o seu single quinta vintage 2018 numa prova virtual integrada numa Masterclass de vinhos do Porto Vintage, com este novo lançamento, a Churchill’s celebra o vigésimo aniversário de aquisição e atividade na Quinta da Gricha com uma caixa de edição especial, com três garrafas comemorativos. 

Para o fundador e principal enólogo da casa de vinhos do Porto, Johnny Graham, o Quinta da Gricha Vintage Port 2019 «transborda qualidade». «Este é um Porto Vintage típico da Quinta da Gricha. Apresenta uma cor negra como tinta, aromas intensos de mirtilo, sabores a ervas e especiarias e uma acidez natural vibrante que acrescenta ao vinho uma estrutura tânica e um acabamento ao qual gostamos de nos referir como ‘tensão’ » – refere o fundador da Churchill’s. 

Todos os Portos vintage Quinta da Gricha são produzidos em quantidades muito pequenas. A edição de 2019 tem uma produção total de 565 caixas (6x75cl), representando 10% da produção de vinho do Porto da Quinta nesse ano. Com o nome da fonte natural (Gricha) que alimenta as vinhas viradas a Norte, a Quinta da Gricha situa-se num microclima de 150 a 400 metros acima do nível do mar, com uma exposição ao vento que regula naturalmente a humidade. Os seus já conhecidos Portos Vintage são vinhos artesanais, produzidos com o mínimo de intervenção e respeito pelo terroir, que resultam de uma vindima manual, uma fermentação natural mais prolongada e de uma pisa a pé em lagares de granito de 1820.

João Portugal Ramos lança visita virtual à Adega Vila Santa

Após alguns meses de encerramento, fruto da pandemia, a João Portugal Ramos Vinhos volta a abrir as portas da Adega Vila Santa, em Estremoz, aos seus visitantes. Com uma novidade – os visitantes podem agora também conhecer a Adega, marcar programas de Enoturismo e comprar vinho através de uma nova ferramenta de realidade aumentada desenvolvida pela empresa 3D Virtual Tours.

Disponível 24 horas por dia e 365 dias por ano, esta nova ferramenta lúdica procura constituir uma oportunidade permanente de visita a todos os espaços, às curiosidades e aos recantos da Adega Vila Santa, em Estremoz, criando a possibilidade de que se possa conhecer mais de perto e com todo o detalhe o conjunto da obra de João Portugal Ramos. Uma experiência virtual pioneira no mercado vitivinícola nacional que já está disponível no website da empresa.

Ao lançar as visitas virtuais, a João Portugal Ramos Vinhos torna-se assim a primeira empresa vitivinícola nacional a adotar uma tecnologia de realidade aumentada (Matterport RTABM Pro 2) para visitas 360 graus a uma das suas principais adegas, permitindo scans infravermelhos aos espaços volumétricos e a obtenção de imagens exatas em 3D, realistas, com qualidade ótica de 4K, que podem ser complementadas por conteúdos multimédia, procurando tornar a experiência de cada visitante profundamente envolvente, em que este é imediatamente transportado para a magia de um dos lugares mais icónicos da João Portugal Ramos Vinhos.

De acordo com a Diretora de Enoturismo do Grupo, Vera Magalhães, «Este não é um simples tour virtual. A nova ferramenta que instalámos permite ao nosso visitante ver a Adega com exatidão, ao mesmo tempo que pode interactivamente receber mais informação se assim o desejar, muito à semelhança do que acontece nas visitas presenciais. Por recurso a etiquetas digitais de informação, vídeos e lives ao longo da visita, esta é uma experiência em tudo idêntica a uma visita física, o que seguramente nos permitirá continuar muito próximos dos nossos visitantes de qualquer parte do mundo».

No decurso da visita virtual da João Portugal Ramos Vinhos é possível reservar de forma simples e intuitiva qualquer uma das muitas experiências de enoturismo que o Grupo tem à disposição, tais como: provas de vinho, almoços, o programa ‘Seja Enólogo por um Dia’, programas de culinária, picnics nas vinhas e ainda a possibilidade de vindimar e pisar a pé as uvas nos lagares de mármore.

Nesta plataforma existe também uma galeria com imagens de cada espaço, que facilitam a deslocação direta aos locais que despertam mais interesse. Adicionalmente, a plataforma permite fazer provas de vinho em tempo real, algo que o Grupo irá implementar para clientes.

Aos primeiros 25 visitantes que, durante o mês de junho, encontrem um pin secreto na visita virtual e respondam corretamente à pergunta que o mesmo contém, a João Portugal Ramos Vinhos enviará para casa uma edição muito especial e limitada. 

Link para Visita de Realidade Aumentada: https://www.jportugalramos.com/pt/visita-virtual/

Turismo de Portugal aposta num turismo mais responsável

Afirmar Portugal como um dos destinos mais competitivos, seguros e sustentáveis do mundo através do desenvolvimento económico, social e ambiental em todo o território, é o objetivo do Plano Turismo + Sustentável 20-23 apresentado pelo Turismo de Portugal.

 Decorrente do plano de retoma “Reativar Turismo. Construir Futuro” e alinhado com os objetivos da Estratégia Turismo 2027 (ET27), o Plano Turismo + Sustentável 20-23 pretende intensificar o objetivo da sustentabilidade na atividade turística, com ações como a reeducação para uma restauração circular e sustentável, o desenvolvimento de práticas para uma economia circular, a neutralidade carbónica nos empreendimentos turísticos, a construção sustentável em empreendimentos turísticos, a eficiência hídrica nos campos de golfe em Portugal e a redução do plástico na hotelaria.

 Lançado em outubro de 2020, este plano de ação esteve em consulta pública, tendo recebido mais de cem contributos que o tornaram mais diversificado e completo. Na sua versão final, o projeto tem presente a importância de Portugal reforçar o seu posicionamento e competitividade enquanto destino turístico sustentável e seguro, acomodando também as exigências de novas diretrizes e orientações nacionais e comunitárias, para o curto e médio prazo, no âmbito da economia circular e da sustentabilidade ambiental.

 O Plano abrange quatro eixos estratégicos: Estruturar uma oferta cada vez mais sustentável;  Qualificar os agentes do setor; Promover Portugal como um destino sustentável; Monitorizar o desempenho do setor para a sustentabilidade. E as seguintes metas até 2023: 75% de empreendimentos turísticos com sistemas de eficiência energética, hídrica e gestão de resíduos;  75% dos empreendimentos turísticos que não utilizam Plásticos de Uso Único; 25.000 aderentes ao Selo Clean & Safe e 30.000 profissionais formados; e 50.000 profissionais com formação nas áreas da sustentabilidade.

 O objetivo é incrementar as competências dos profissionais do setor do turismo, alavancar iniciativas e dinâmicas já existentes, dar visibilidade a boas práticas e inspirar todos a fazer melhor, para alcançar melhores resultados em termos de receitas, da satisfação dos turistas e da preservação do nosso planeta, de forma a que o turismo continue a crescer em valor e alcance a meta de gerar 27 mil milhões de euros em receitas turísticas até 2027.

 O Plano Turismo + Sustentável 20-23 visa contribuir para a resposta do setor à urgência dos desafios da sustentabilidade definidos à escala mundial, europeia e nacional, alinhados com os objetivos da ET27 e da política de retoma do setor pós COVID-19.

 De acordo com as orientações globais da Organização Mundial do Turismo, a recuperação responsável do setor, após a pandemia de COVID-19, permitirá que este retome a atividade ainda mais forte e mais sustentável. A recuperação do setor assente na sustentabilidade permitirá, não só a resiliência perante futuras crises, como o retomar da atividade turística sob o compromisso de fazer melhor e com maior segurança, do ponto de vista económico, social e ambiental. 

Neste âmbito, Portugal tem como metas aumentar a procura turística no país e nas várias regiões, crescer a um ritmo mais acelerado nas receitas do que nas dormidas, alargar a atividade turística a todo o ano, aumentar as habilitações da população empregada no turismo, assegurar que a atividade turística gera um impacto positivo nas populações residentes, incrementar os níveis de eficiência energética nas empresas do turismo, impulsionar uma gestão racional do recurso água no turismo e promover uma gestão eficiente dos resíduos na atividade turística nacional. 

Também a adesão do Turismo de Portugal ao Global Sustainable Tourism Council (GSTC) e ao Pacto Português para os Plásticos, para além da participação ativa no World Travel & Tourism Council (WTTC) e na European Travel Commission (ETC) refletem o compromisso de intervir e apoiar iniciativas que reforcem o papel do turismo na construção de um mundo melhor para todos.

Este desafio exige o compromisso de uma estreita articulação entre toda a comunidade relacionada com o turismo integrando, nos trabalhos a concretizar, as estruturas regionais de turismo do continente e regiões autónomas, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP), todas as associações empresariais do setor, em colaboração, ainda, com as restantes tutelas, entidades públicas regionais e locais cuja atuação também se relacione, direta ou indiretamente, com a atividade turística.

História inspiradora faz nascer gama de vinhos

A Herdade do Rocim lançou recentemente uma gama de vinhos inspirada na vida de Mariana Alcoforado, uma freira nascida em Beja, em 1640, que se perdeu de amores por um soldado. A fim de ficar a salvo do brutal conflito provocado pela guerra com Espanha, entrou como freira do Convento da Conceição, com apenas 11 anos. Sem ter nenhuma inclinação religiosa, foi assim destinada a uma vida enclausurada, partilhando da sorte de muitas raparigas da sua época, que eram encerradas em conventos por decisão parental. Impotente face à irrevogável decisão do pai, Mariana submete-se à clausura, mas anseia pelo dia em que poderá regressar ao seio da família e à liberdade da vida real. Um dia (não se sabe a data precisa) chega à cidade de Beja um regimento francês, comandado por Frederico de Schomberg, que ali se encontrava para apoiar o país contra Espanha na Guerra da Restauração (1640-1668). Quis o destino que o seu olhar se cruzasse com o do jovem oficial francês Noel Bouton. Mariana estaria na janela de Mértola do convento, e dessa troca de olhares nasceria um amor imediato e profundo. Tendo então a idade de vinte anos, o instinto físico falou mais alto e deixou-se dominar por uma incontrolada paixão que a fez introduzir Bouton secretamente na sua cela durante várias noites seguidas.

Descoberto o romance, a notícia difundiu-se rapidamente causando escândalo. Mariana pertencia à poderosa família dos Alcoforados e, temeroso das consequências, Bouton saiu de Portugal, com o pretexto da enfermidade de um irmão, mas prometeu mandar buscá-la. Duma janela do segundo piso do Convento, esperaria Mariana por notícias do seu amado, vivendo a sua paixão impossível e desesperada, na sua condição de mulher destinada a Deus.

Na sua espera, em vão, escreveu as referidas cartas, que contam uma história sempre igual: esperança no início, seguida de incerteza e, por fim, a convicção do abandono. A sua correspondência destinada a Bouton, um conjunto de cinco cartas escritas em francês, foram publicadas em Paris por Claude Barbin, e foram avaliadas entre as mais comovedoras do género. Esses relatos emocionados fizeram vibrar a nobreza de França, habituada ao convencionalismo. Além disso, levaram, para a frívola sociedade, o gosto acre do pecado e da dor, pois traziam a lume as intimidades de uma freira. ‘As Cartas’ anteciparam o movimento literário romântico e serviram de inspiração a La Bruyère, Saint-Simon, Saint-Beuve e muitos outros autores românticos. 

A vida de Mariana, tornada famosa pelas cartas, foi assim motivo de inspiração a diversas obras teatrais, e agora destes vinhos lançados pela Herdade do Rocim. Dos terraços da adega do Rocim pode ver-se o convento de Mariana, cuja história, através dos vinhos, retratam o charme único do Alentejo.  

Churchil’s lança campanha de Verão

A Churchill’s, produtora boutique de vinhos do Porto e do Douro, prepara-se para lançar a sua mais recente campanha ‘Tradição com um twist’, usando o icónico vinho do Porto Branco seco da marca numa sugestão de cocktail refrescante.  Nesta sugestão, o Dry White Port da Churchill’s é combinado com água tónica, gelo e um toque de laranja, para nos transportar para o perfumado Pátio das Laranjeiras da Quinta da Gricha, no vale do Douro.

Para o lançamento desta campanha, a garrafa da Churchill’s será vendida numa embalagem de edição limitada, coberta por ilustrações em graffiti alusivas a cenas tipicamente veranis, como um piquenique no parque, um brunch numa esplanada, uma tarde de praia ou um fim-de-semana entre as vinhas no Douro. Todos eles excelentes momentos para desfrutar do Dry White Port sozinho, como aperitivo, ou num cocktail refrescante.  Juntamente com o tubo de edição especial e limitada, a Churchill’s partilha a história deste vinho do Porto da marca e a receita para preparar o seu Porto Branco Tónico perfeito. 

«Na Churchill’s sempre nos orgulhámos do nosso Dry White Port e estamos entusiasmados por ver mais pessoas desfrutarem desta bebida tão típica do Verão no Porto», refere Zoe Graham, Diretora de Marketing e Vendas da Churchill’s e filha do fundador da marca, Johnny Graham. «À medida que o mundo começa lentamente a reabrir em segurança, nada melhor do que celebrar os dias de verão entre amigos com uma bebida tão nossa, sozinho ou num refrescante cocktail». 

O Dry White Port da Churchill’s foi recentemente distinguido com uma Medalha de Ouro no International Wine Challenge. É um vinho do Porto envelhecido durante cerca de 10 anos, o que lhe confere a sua cor alaranjada/dourada e o sabor distinto e complexo pelos quais é conhecido.

Em parceria com a Graze Box, a Churchill’s está a preparar uma caixa de edição especial para o dia 10 de junho, composta pelo Dry White Port, ingredientes para a preparação do seu cocktail de assinatura, queijos e produtos de charcutaria regionais do Norte (para encomendas no Norte) ou da região Oeste (para encomendas no Sul). Estas caixas apenas estarão disponíveis através de reserva na página de Instagram da Graze Box. 

Para aqueles que quiserem desfrutar deste vinho tão icónico no seu ambiente, o Churchill’s Dry White Port pode ser degustado no 1982 Bar, no jardim das Caves em Gaia, que reabriu no passado dia 14 de maio. Com vista para o rio Douro, o espaço tem um winebar e uma área lounge de onde é possível apreciar um refrescante cocktail e admirar o novo mural da Churchill’s feito pela artista Kruella d’Enfer. 

O Dry White está disponível para compra nas Caves da Churchill’s ou em garrafeiras especializadas em todo o país, com um PVP médio de 18€ por garrafa.

Apresentação da Organização Mundial de Enoturismo Global Wine Tourism Organization (GWTO)

Apresentação da Organização Mundial de Enoturismo Global Wine Tourism Organization (GWTO)

Zoom Session – 17 Junho – das 17h às 18h 

Neste evento on-line estarão presentes o Presidente OMET / GWTO- José António Vidal; que nos irá falar da Organização Mundial de Enoturismo (como nasceu, o seu papel a nível internacional e objectivos) e Carlos Vogeler Consultor da GWTO, que irá abordar a temática da formação e a sua importância fundamental no contexto do enoturismo. Durante a sessão será ainda apresentada a Academia da GWTO.  Não perca! 

Uma Zoom Session organizada pela Associação Portuguesa de Enoturismo (APENO) em parceria com a Universidade Lusófona e a Escola Superior de Ciências da Administração (ESCAD), e o apoio da Organização Mundial de Enoturismo / Global Wine Tourism Organization (GWTO). 

Para participar, inscreva-se aqui: https://enoturismodeportugal.pt/conferencia-online/

Casa dos Ecos está de regresso

A sopa de lavrador do Douro, o escabeche de peixe, o arroz de pato no tradicional fogão de lenha, os milhos e o cabrito são alguns dos pratos que estão de volta à mesa do restaurante pop-up Casa dos Ecos, confecionados pelas mãos do chef com estrela Michelin Pedro Lemos. Resultando da parceria com a família Symington, e depois de ter sido inaugurado no verão passado, o espaço situado na Quinta do Bomfim, no Pinhão, está de regresso para mais uma temporada, ficando aberto até ao final de outubro. Neste segundo ano de atividade, o restaurante pop-up apresenta novidades vínicas com o ‘Programa da Liberdade’. 

À gastronomia tradicional portuguesa, confecionada com produtos locais, que é sempre casada com os vinhos DOC Douro e vinhos do Porto do portefólio da família Symington, juntam-se novas experiências. O ‘Programa da Liberdade’ vai promover momentos como serões com música nas vinhas e a oportunidade de provar o recém-engarrafado Dow’s Porto Vintage Quinta do Bomfim 2019, produzido a partir de uvas da propriedade. O vinho estará ainda, durante um determinado período, em venda exclusiva na Quinta do Bomfim. Para os seus visitantes, o restaurante vai também disponibilizar para degustação a copo edições raras e limitadas de Portos Vintage da família, assim como de DOC Douro de colheitas antigas. O Casa dos Ecos vai ainda receber o lançamento de um novo Porto da marca Cockburn’s. Estas experiências serão anunciadas com mais detalhe em breve, na página de Instagram do espaço (@casadosecos). 

«Estamos muito entusiasmados por reabrir, pelo segundo ano, o Casa dos Ecos com o talentoso Pedro Lemos. Foi muito bom ver tantas pessoas a visitar-nos no ano passado, neste lindíssimo local, no meio da nossa vinha. Este ano, ampliamos o terraço para que mais pessoas possam desfrutar de refeições no exterior com a magnífica vista das vinhas em redor da casa e do rio Douro», explicou Johnny Symington, Chairman da Symington Family Estates. 

Já Pedro Lemos comentou: «É para mim um prazer ser parte desta iniciativa de trazer ao Douro Vinhateiro esta experiência única, onde se fundem os pratos tradicionais harmonizados com os vinhos Symington, com a arrebatadora paisagem sobre o Douro, que a Quinta do Bomfim nos proporciona. Para este ano preparamos algumas novidades, mantendo, contudo, o espírito deste projeto que se iniciou em 2020».

Recorde-se que em novembro do ano passado, e com apenas quatro meses de atividade, o espaço foi distinguido pelos Best Wine Tourism Awards como um dos melhores restaurantes das regiões vitivinícolas abrangidas pela cidade do Porto – Douro e Vinhos Verdes, recebendo o galardão ‘Best Wine Tourism Restaurants’. O Casa dos Ecos está aberto de terça-feira a sábado, das 12h30 às 20h30, e ao domingo, das 12h30 às 16h00. Recomenda-se a reserva antecipada de mesa, através do seguinte endereço www.casa-dos-ecos.com.

Lançadas novas colheitas de Periquita

As colheitas de 2020 de uma das marcas de vinhos mais antigas de Portugal, o Periquita, produzido pela José Maria da Fonseca (JMF) já se encontram disponíveis. Para acompanhar as refeições ou momentos de lazer, existem três opções: Tinto, Branco ou Rosé.

O Periquita Tinto, o primeiro vinho tinto engarrafado em Portugal, é produzido com Castelão, Trincadeira e Aragonês, passando 6 meses em carvalho francês e americano (madeira nova e usada). De cor vermelha rubi, este vinho revela aromas a frutos vermelhos, pimenta e folha de tabaco. Relativamente ao paladar, pode encontrar sabores a frutos vermelhos maduros, taninos suaves e redondos. Este vinho é ideal para acompanhar pratos de carne, caça e queijos de sabor intenso.

O Periquita Branco, criado a partir das castas Verdelho (que lhe concede complexidade aromática), Viognier (que lhe dá estrutura) e Viosinho (que lhe transmite acidez e frescura), revela aromas frescos com notas de lantana, pêra abacate e alperce maduro. Com uma frescura presente e equilibrada, este vinho é indicado para acompanhar. pratos de peixe ou mariscos, ou como aperitivo.

O Periquita Rosé, lançado pela primeira vez na colheita de 2007, apresenta uma cor rosa clara e o seu aroma é definido por framboesa e groselha. Produzido com Castelão, Aragonês e Touriga Nacional, este rosé é perfeito para beber como aperitivo ou acompanhar saladas, pastas ou mariscos. É um vinho muito fresco, frutado e com final muito agradável.

Disponível nos supermercados e também na loja de enoturismo da Casa Museu da JMF, em Azeitão.